A Secretaria de Estado da Saúde (Susam) está divulgando edital de segunda chamada para convocação de 25 médicos especialistas aprovados em processo seletivo. Os especialistas foram convocados para tomar posse, mas até o momento não compareceram. O Departamento de Gestão de Recursos Humanos (DGRH) estendeu os prazos para apresentação. Os convocados que residem em Manaus deverão se apresentar até o dia sete de novembro e os que residem fora do estado poderão tomar posse até o dia 17 de novembro. Os convocados deverão se apresentar ao DGRH, trazendo a documentação necessária, atualizada, de acordo com a especialidade para o qual foi aprovado. O horário de atendimento é das 8h às 12h e das 14h às 16h. Os médicos selecionados deverão atuar em unidades de saúde da capital que prestam atendimento de média complexidade, em especial, policlínicas, Centros de Atenção Integral à Melhor Idade (CAIMIs) e hospitais. O processo seletivo, que ofereceu 116 vagas, foi realizado pela Fundação Muraki, e teve o objetivo de habilitar médicos especialistas de 24 especialidades para suprir necessidades da rede estadual. “Todos os especialistas aprovados no concurso público realizado pela Susam em 2005, já foram todos convocados, por isso realizamos o processo seletivo”, explica o secretário de estado da saúde, Agnaldo Costa. Os especialistas serão contratados por um período de 24 meses. No total foram selecionados 181 especialistas, que poderão ser chamados conforme a necessidade da rede, durante um período de dois anos. Em algumas especialidades não houve profissionais habilitados ou o total de aprovados foi inferior ao número de vagas.
Fonte: Assessoria de Imprensa Susam
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
MUTIRÃO ATENDE QUASE 5 MIL PACIENTES
Com intuito de otimizar o processo de marcação de exames, evitando aglomeração de usuários do sistema de saúde em filas, a Policlínica Codajás realizou nesta segunda-feira (3) a 3ª edição do Mutirão da Saúde. A Instituição triplicou o número de guichês disponíveis no atendimento, passando de 13 para 44, e, com isso, autorizou a marcação de aproximadamente 24 mil exames em clínicas especializadas para quase 5.000 pessoas. O número representa cerca de 15% do total de exames autorizados pela casa durante o mês.De acordo com a diretora-geral da Policlínica Codajás, Joselita Nobre, a medida adotada pela Instituição é uma forma de atender à grande demanda que recorre aos serviços da Policlínica todo primeiro dia útil de cada mês. “A Policlínica recebe uma média diária de 5.000 pessoas para todos os tipos de serviços, mas no primeiro dia útil essa quantidade de usuários representa apenas a parcela dos que buscam a marcação de exames”, disse, ao acrescentar que o mutirão foi criado para agilizar o atendimento na casa a cada primeiro dia útil e evitar possíveis transtornos durante a marcação de exames nesse dia.O mutirão envolveu cerca de 100 funcionários da Instituição, distribuídos entre atendimento nos guichês, organizadores de filas e pessoal de apoio. O horário de pico da marcação ficou entre às 5h30 e 7h30 da manhã, quando 90% dos usuários foram atendidos. Idosos, gestantes, mães com crianças de colo e pessoas com necessidades especiais tiveram atendimento preferencial em stand montado para esse grupo de usuários da Policlínica.Para a secretária-adjunta executiva do Conselho de Desenvolvimento Humano (CDH), Gyese Kanawati, a preocupação coma saúde é uma via de mão dupla e que, portanto, precisa também da colaboração do usuário. “Não adianta a Policlínica Codajás e a Secretaria de Estado da Saúde criarem iniciativas para melhorar a qualidade dos serviços no setor, como o mutirão, que prioriza a marcação de exames, se o cliente deixa de realizar o exame, falta às consultas ou mesmo nem se preocupa com o resultado. Com isso ele aumenta a demanda e os custos do setor. Por isso é necessário que o usuário entenda que a saúde é um pacote complexo”, justificou.
Fonte: Assessoria de Imprensa Susam
Fonte: Assessoria de Imprensa Susam
PAÍS TERÁ REDE NACIONAL DE COMBATE À MALÁRIA
A criação da Rede Nacional de Pesquisas em Malária - ou Rede Malária - foi um dos principais resultados da 11ª Reunião Nacional de Pesquisa em Malária e da 1ª Reunião Inter-Amazônica em Malária, realizadas semana passada, em Manaus. Durante o encontro, cerca de 250 estudantes, professores e pesquisadores também intensificaram o debate a respeito das pesquisas sobre a vacina contra malária e esperam concretizar a troca de experiências em resultados mais promissores no futuro. Segundo pesquisadores, as vacinas que existem contra malária atualmente não são consideradas satisfatórias, porque ainda não apresentam a eficácia desejada.As possibilidades de estudos sobre os pacientes portadores de malária que não apresentam os sintomas da doença também estiveram entre os principais assuntos tratados. Na avaliação do diretor da Fiocruz Amazônia, Roberto Sena, malária é um dos principais problemas de saúde tropical no país e por isso deve ser prevenida e contar com pesquisas que avancem rumo a sua extinção.Sena lembrou que os eventos também contaram com a participação de pesquisadores que vieram da Espanha, Estados Unidos e Colômbia. “A região amazônica tem mesmo que se mobilizar para estudar a temática porque 99% dos casos estão aqui, apesar de a malária estar diminuindo no Amazonas, por exemplo”.A Rede Malária é uma iniciativa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), em parceria com as Fundações de Amparo Pesquisa (FAPs) do Pará (Fapespa), Maranhão (Fapema), Minas Gerais (Fapemig), Mato Grosso (Fapemat), São Paulo (Fapesp) e Rio de Janeiro (Faperj), além do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit). A previsão é que o orçamento da Rede Malária possa alcançar R$ 30 milhões para investimentos nas primeiras pesquisas, a partir de convênio com o ministério. O Brasil possui atualmente cerca de 70 grupos de pesquisa que trabalham com malária. O objetivo agora é unir os esforços dos grupos e fazer um único estudo em todo o país.
Amazonas perde para Acre e Rondônia
Dados do Ministério da Saúde mostram que 99,9% dos casos de malária no Brasil são registrados nos 807 municípios da Amazônia sendo cerca de 60 deles são responsáveis pela notificação de 80% dos casos contabilizados. De 2006 a 2007, os casos de malária aumentaram 5,7% na Amazônia. Em 2008, no entanto, os casos na Amazônia diminuíram 34,8% nos cinco primeiros meses do ano em comparação ao mesmo período do ano passado. De janeiro a maio de 2008, foram notificados 121.132 casos da doença, contra 185.983 em 2007. Na região Norte do Brasil, em número de casos absolutos de malária, o Amazonas perde apenas para Acre e Rondônia, segundo a Secretaria de Saúde do Estado.
Fonte: Amazonas Em Tempo
Amazonas perde para Acre e Rondônia
Dados do Ministério da Saúde mostram que 99,9% dos casos de malária no Brasil são registrados nos 807 municípios da Amazônia sendo cerca de 60 deles são responsáveis pela notificação de 80% dos casos contabilizados. De 2006 a 2007, os casos de malária aumentaram 5,7% na Amazônia. Em 2008, no entanto, os casos na Amazônia diminuíram 34,8% nos cinco primeiros meses do ano em comparação ao mesmo período do ano passado. De janeiro a maio de 2008, foram notificados 121.132 casos da doença, contra 185.983 em 2007. Na região Norte do Brasil, em número de casos absolutos de malária, o Amazonas perde apenas para Acre e Rondônia, segundo a Secretaria de Saúde do Estado.
Fonte: Amazonas Em Tempo
SUSAM ALERTA SOBRE ESCOLIOSE INFANTIL
O serviço de pediatria ortopédica disponibilizado às sextas-feiras no ambulatório da Fundação Hospital Adriano Jorge alerta aos pais para os sinais precoces sobre a temida escoliose infantil. A doença normalmente aparece durante a infância (período de desenvolvimento do indivíduo) e é caracterizada por um desvio da coluna vertebral, que acontece ou para a direita ou esquerda, formando uma espécie de “S”. De acordo o diretor de assistência médica da FHAJ, ortopedista Júlio Mário Melo e Lima, essa deformidade, dependendo de determinados graus, provoca um forte incômodo e, se não tratada, pode comprometer as funções cardiopulmonares. “Para evitar a progressão da escoliose é necessário manter um acompanhamento ortopédico desde que o bebê nasce”, explicou. O ortopedista Júlio Mário explica que existe uma diferença entre os problemas de coluna posturais considerados comuns e a escoliose. “A assimetria dos ombros, costas e cinturas, por exemplo, que são problemas muito enfrentados por crianças no dia-a-dia podem ser corrigidos espontaneamente, ou seja, sem tratamento. É doença quando esses esforços para corrigir o problema não fazem efeito”, salientou.
Fonte: Amazonas Em Tempo
Fonte: Amazonas Em Tempo
TESTES QUE SALVAM VIDAS
Os testes da orelhinha, do pezinho e do olhinho, como são conhecidos popularmente, são de extrema importância para a vida saudável do bebê. Os três exames são realizados de maneiras diferentes, mas todos têm a mesma função: prevenir o bebê de futuras doenças.O teste da orelhinha, por exemplo, é considerado importante para detectar e tratar precocemente problemas de deficiência auditiva nas crianças.
Segundo a fonoaudióloga Celma Salgado, quanto mais cedo for feito o exame mais eficaz será o tratamento. Ela explicou que a cada mil crianças, três nascem com problema auditivo, que pode ser detectado por meio do exame. Ela ressaltou que a criança que não ouve conseqüentemente não irá falar. “A mãe não deve esperar o bebê não falar, o exame deve ser feito logo, porque quanto antes melhor para iniciar a terapia”, disse.Segundo dados do National Center for Hearing Assesment and Management (NCHAM), da Universidade de Utah (EUA), a deficiência auditiva em recém-nascidos tem uma incidência considerada alta em comparação a algumas doenças identificadas pelo Teste do Pezinho, como anemia falciforme (duas crianças a cada 10 mil nascimentos) ou hipotireoidismo (2,5 em 10 mil nascidos).De acordo com o Comitê Brasileiro sobre Perdas Auditivas na Infância, a identificação da deficiência auditiva deve ser feita nos primeiros três meses de vida com a intervenção sendo iniciada até seis meses do nascimento. Assim, o desenvolvimento da criança poderá ser semelhante ao de uma criança ouvinte em todas as áreas: linguagem, integração social, escolaridade, profissional.
Pezinho detecta doenças
A maternidade Moura Tapajóz, localizada na avenida Brasil, na Compensa, Zona Oeste, faz, diariamente, cerca de 15 testes da orelhinha, o exame é feito gratuitamente desde 2006. De abril a agosto deste ano, mais de mil testes foram realizados em bebês recém-nascidos.O vereador Elias Emanuel é autor da lei nº 928, de 5 de janeiro de 2006, que tornou o teste da orelhinha obrigatório nas maternidades municipais. Elias reforçou que o teste da orelhinha é muito importante, pois pode diagnosticar o problema da surdez nas crianças logo após o nascimento e garantir um adulto saudável e feliz. O parlamentar destacou que o exame custa R$ 150 nas maternidades particulares.A Secretaria de Estado da Saúde (Susam) informou, por meio de assessoria, que o teste da orelhinha é feito também na Maternidade Ana Braga e Balbina Mestrinho, assim como o teste do pezinho feito em todas as maternidades municipais e estaduais.
Fonte: Amazonas Em Tempo
Segundo a fonoaudióloga Celma Salgado, quanto mais cedo for feito o exame mais eficaz será o tratamento. Ela explicou que a cada mil crianças, três nascem com problema auditivo, que pode ser detectado por meio do exame. Ela ressaltou que a criança que não ouve conseqüentemente não irá falar. “A mãe não deve esperar o bebê não falar, o exame deve ser feito logo, porque quanto antes melhor para iniciar a terapia”, disse.Segundo dados do National Center for Hearing Assesment and Management (NCHAM), da Universidade de Utah (EUA), a deficiência auditiva em recém-nascidos tem uma incidência considerada alta em comparação a algumas doenças identificadas pelo Teste do Pezinho, como anemia falciforme (duas crianças a cada 10 mil nascimentos) ou hipotireoidismo (2,5 em 10 mil nascidos).De acordo com o Comitê Brasileiro sobre Perdas Auditivas na Infância, a identificação da deficiência auditiva deve ser feita nos primeiros três meses de vida com a intervenção sendo iniciada até seis meses do nascimento. Assim, o desenvolvimento da criança poderá ser semelhante ao de uma criança ouvinte em todas as áreas: linguagem, integração social, escolaridade, profissional.
Pezinho detecta doenças
A maternidade Moura Tapajóz, localizada na avenida Brasil, na Compensa, Zona Oeste, faz, diariamente, cerca de 15 testes da orelhinha, o exame é feito gratuitamente desde 2006. De abril a agosto deste ano, mais de mil testes foram realizados em bebês recém-nascidos.O vereador Elias Emanuel é autor da lei nº 928, de 5 de janeiro de 2006, que tornou o teste da orelhinha obrigatório nas maternidades municipais. Elias reforçou que o teste da orelhinha é muito importante, pois pode diagnosticar o problema da surdez nas crianças logo após o nascimento e garantir um adulto saudável e feliz. O parlamentar destacou que o exame custa R$ 150 nas maternidades particulares.A Secretaria de Estado da Saúde (Susam) informou, por meio de assessoria, que o teste da orelhinha é feito também na Maternidade Ana Braga e Balbina Mestrinho, assim como o teste do pezinho feito em todas as maternidades municipais e estaduais.
Fonte: Amazonas Em Tempo
CAMPANHA CONTRA CÂNCER DE PELE TERÁ EXAMES E CIRURGIAS
Uma equipe de 45 médicos filiados à Sociedade Brasileira de Dermatologia – Amazonas (SDB-AM) vai oferecer no dia 08 de novembro exames, biopsias e cirurgias de pele gratuitas à população de Manaus.
Esse trabalho faz parte da Campanha Nacional de prevenção do Câncer de Pele, que vai acontecer em todo o país. Já no interior do Estado, esse trabalho só vai acontecer em Tabatinga, a 1.105 quilômetros da capital.
Aqui em Manaus, foram definidos seis pontos de atendimento, que são as Policlínicas Castelo Branco Castelo Branco (Zona Centro Sul) e Comandante Tefé ( Zona Leste), Fundação Alfredo da Matta (Zona Sul), Centro de Controle de Oncologia do Amazonas (FCecon) e a Fundação de Medicina Tropical, e ambulatório Araújo Lima, no anexo do Hospital Universitário Getúlio Vargas.De acordo com a presidente da SBD-AM, Silmara Pennine, a expectativa é realizar o dobro de procedimentos feitos no ano passado. Na campanha de 2007, aproximadamente 1.340 pessoas foram examinadas. Os dados são Fundação Alfredo da Matta, referência no tratamento do câncer de pele no Amazonas.
Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia – Amazonas
Esse trabalho faz parte da Campanha Nacional de prevenção do Câncer de Pele, que vai acontecer em todo o país. Já no interior do Estado, esse trabalho só vai acontecer em Tabatinga, a 1.105 quilômetros da capital.
Aqui em Manaus, foram definidos seis pontos de atendimento, que são as Policlínicas Castelo Branco Castelo Branco (Zona Centro Sul) e Comandante Tefé ( Zona Leste), Fundação Alfredo da Matta (Zona Sul), Centro de Controle de Oncologia do Amazonas (FCecon) e a Fundação de Medicina Tropical, e ambulatório Araújo Lima, no anexo do Hospital Universitário Getúlio Vargas.De acordo com a presidente da SBD-AM, Silmara Pennine, a expectativa é realizar o dobro de procedimentos feitos no ano passado. Na campanha de 2007, aproximadamente 1.340 pessoas foram examinadas. Os dados são Fundação Alfredo da Matta, referência no tratamento do câncer de pele no Amazonas.
Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia – Amazonas
SALÁRIO MÍNIMO PROFISSIONAL DO MÉDICO PODE SER VOTADO AINDA ESTE ANO
O relator do Projeto de Lei 3734/2008, que trata do salário mínimo profissional do médico, na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP), deputado Mauro Nazif (PSB-RO), incentivou os médicos a reforçarem a pressão para que os parlamentares aprovem a matéria nos próximos 15 dias. O PL corre em caráter terminativo e, por isso, após ser aprovada pela CTASP e pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), segue direto para o Senado, sem precisar da aprovação do plenário da Câmara dos Deputados. A principal mudança está no valor do piso salarial estipulado pelo projeto, que é de R$ 7 mil. Nazif, que também é médico, vai propor que seja aceito o piso definido pela FENAM, de R$ 7.503,18. O PL 3734 prevê mudanças na lei 3.999, de 1961, que altera o salário mínimo dos médicos e cirurgiões dentistas. Por esse motivo, a CAP sugeriu que seja modificada a redação da lei que estabelece o cumprimento de 2h a 4h diárias, passando a estabelecer o período de 20h semanais, como já é cumprido hoje pelos médicos. Além disso, para que não haja perda nos valores dos odontólogos, o relator da matéria deverá modificar o texto de forma a estabelecer o horário de 30h semanais para esses profissionais, como já é a praxe.O texto mantém, no entanto, o reajuste anual dos médicos pelo salário mínimo, como já estava previsto na lei. Segundo o representante da FENAM na CAP, Márcio Bichara, a redação foi mantida porque não há risco de o item ser vetado, uma vez que não vincula o reajuste ao salário mínimo em si, mas à sua correção. E mesmo que haja alguma "implicância" por parte dos parlamentares, a medida pode ser retirada do texto, sem prejuízo para os médicos.Para o deputado Mauro Nazif, a chance de o PL 3734 ser aprovado nas duas Comissões é grande. Tudo vai depender, agora, da mobilização dos médicos sobre a questão, garantindo, assim, uma pressão para que a CCJC insira a matéria na pauta da Comissão nos próximos 10 dias. Se isso ocorrer, o salário mínimo profissional pode ser aprovado nas duas Casas ainda este ano.
Fonte: Imprensa FENAM
Fonte: Imprensa FENAM
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