O governador Eduardo Braga assinou na noite desta segunda-feira (29), após reunião com o secretário-chefe da Casa Civil, Raul Zaidan o Plano de Cargos, Carreiras e Salários para os médicos e demais servidores da rede estadual de saúde. Os planos foram elaborados por uma comissão de técnicos do governo de acordo com o que foi discutido com a categoria na paralisação ocorrida no início deste ano. De acordo com o chefe da Agência de Comunicação do Estado (AGECOM), Hiel Levy, nesta segunda, integrantes da diretoria do Sindicato dos Médicos do Amazonas (SIMEAM) haviam enviado ao governador um ofício, de caráter preventivo, comunicando que a categoria entraria em greve, por período indeterminado, a partir do dia 2 de outubro, quinta-feira, caso o PCCS não fosse encaminhado à casa legislativa até o final do mês. Durante o dia, por telefone, o governador Eduardo Braga recebeu a garantia de que o documento era apenas um cumprimento legal e não uma manifestação de desconfiança.De acordo com Hiel Levy, a comissão encarregada da elaboração dos dois planos – um específico para os médicos e outro, para os demais servidores – os encaminhou a Eduardo Braga. “Assim que assinou os documentos, o governador ligou imediatamente ao presidente da ALE para pedir agilidade no trâmite dos planos na Casa”, afirmou Levy.MudançasJunto com os PCCS, o governador encaminha também duas modificações na lei que concedeu reajuste aos médicos após a última greve para corrigir distorções. Uma delas equipara o auxílio-localidade para médicos que atuam no interior com outras categorias profissionais de nível superior. “Para se ter uma idéia, o auxílio de um médico era em torno de R$ 380,00, enquanto de um enfermeiro era de R$ 1.000,00”, explicou o chefe da AGECOM.A outra modificação diz respeito ao adicional por especialização, que antes era limitado a apenas um contrato. ”A partir da nova lei, o médico receberá o adicional por especialização tantos quantos forem os seus contratos com o Estado”, disse.
Fonte: Amazonas Em Tempo
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
SITUAÇÃO DO IML DENUNCIADA
Funcionários do Instituto Médico Legal (IML), localizado no bairro da Cidade Nova, Zona Norte, denunciaram, na manhã desta segunda-feira (29), a falta de mão-de-obra no local.
O delegado-geral da Polícia Civil, Mário César Nunes, garantiu que a situação não é tão crítica. Segundo ele, um processo seletivo, por meio de concurso público, já estaria sendo providenciado. “O número de profissional que atua no IML é suficiente para a demanda. Agora, o que deve estar acontecendo é falta de organização”, disse.Conforme funcionários do órgão, o acúmulo de serviço, horas excessivas de trabalho e muito estresse têm sido a realidade diária para quem trabalha na unidade. Eles disseram que ainda estão trabalhando por causa da população, que não tem culpa do que está acontecendo. Mas não souberam dizer por quanto tempo agüentariam.Em todos os setores do IML, afirmaram,falta mão-de-obra. Funcionários que carregam os corpos (pagioleiros), médicos e auxiliares legistas e enfermeiras são os cargos que mais preocupam. “Não estamos realizando nem o exame de conjunção carnal devido a essa brecha no quadro de pessoal e nem contamos com número de pessoal suficiente para se deslocar e atender determinadas ocorrências” lamentou um funcionário, que não quis se identificar, com medo de represália da cúpula da Delegacia Geral.Mais de 20 mil atendimentosSegundo os funcionários, só no ano passado foram mais de 20 mil atendimentos, e este ano, acreditam que número será bem maior. Segundo eles, para atender a demanda seria necessário contratar cerca de 40 novos pessoas. Informaram também que desde 1993 não acontece concurso público para o Instituto.A Secretaria de Segurança Pública informou que foram realizadas reuniões, na semana passada, para acertar os últimos detalhes do concurso, para aumentar o quadro de funcionários do IML. A previsão é para aproximadamente mil novas vagas. O edital deve ser publicado até o dia 15 deste mês.
Fonte: Amazonas Em Tempo
O delegado-geral da Polícia Civil, Mário César Nunes, garantiu que a situação não é tão crítica. Segundo ele, um processo seletivo, por meio de concurso público, já estaria sendo providenciado. “O número de profissional que atua no IML é suficiente para a demanda. Agora, o que deve estar acontecendo é falta de organização”, disse.Conforme funcionários do órgão, o acúmulo de serviço, horas excessivas de trabalho e muito estresse têm sido a realidade diária para quem trabalha na unidade. Eles disseram que ainda estão trabalhando por causa da população, que não tem culpa do que está acontecendo. Mas não souberam dizer por quanto tempo agüentariam.Em todos os setores do IML, afirmaram,falta mão-de-obra. Funcionários que carregam os corpos (pagioleiros), médicos e auxiliares legistas e enfermeiras são os cargos que mais preocupam. “Não estamos realizando nem o exame de conjunção carnal devido a essa brecha no quadro de pessoal e nem contamos com número de pessoal suficiente para se deslocar e atender determinadas ocorrências” lamentou um funcionário, que não quis se identificar, com medo de represália da cúpula da Delegacia Geral.Mais de 20 mil atendimentosSegundo os funcionários, só no ano passado foram mais de 20 mil atendimentos, e este ano, acreditam que número será bem maior. Segundo eles, para atender a demanda seria necessário contratar cerca de 40 novos pessoas. Informaram também que desde 1993 não acontece concurso público para o Instituto.A Secretaria de Segurança Pública informou que foram realizadas reuniões, na semana passada, para acertar os últimos detalhes do concurso, para aumentar o quadro de funcionários do IML. A previsão é para aproximadamente mil novas vagas. O edital deve ser publicado até o dia 15 deste mês.
Fonte: Amazonas Em Tempo
GOVERNO INAUGURA CENTRO DE SAÚDE NA ZONA LESTE
O Centro de Reabilitação Colônia Antônio Aleixo, no bairro de mesmo nome, na Zona Leste, foi inaugurado, nesta segunda-feira (29), e vai prestar atendimento a pessoas com dificuldades motoras e funcionais decorrentes, principalmente, da hanseníase. A unidade vai oferecer, ainda, assistência médica, psicológica, fisioterápica e social.Ao todo, o governo investiu R$ 832 mil com a construção do Centro, dos quais R$ 490 mil foram investidos em obras e mais R$ 342 mil com aquisição de equipamentos, segundo informou a assessoria da Secretaria de Estado de Saúde (SUSAM). O Centro está localizada ao lado do hospital Dr. Geraldo da Rocha e em frente à Policlínica Antônio Aleixo, que já oferecem tratamento nas áreas ambulatorial e hospitalar aos moradores do bairro. De acordo com o governador Eduardo Braga, a instituição está preparada para prestar até 2 mil atendimentos ao mês. Segundo ele, estima-se que na comunidade residam aproximadamente 2,3 mil pessoas que contraíram a hanseníase em décadas passadas e que, por dificuldades de acesso ao tratamento, tiveram algum tipo de seqüela, como atrofias ou amputações, sendo a maioria dos pacientes acima de 50 anos.Braga informou que o governo está resgatando uma dívida histórica com os moradores do bairro e que, além do Centro de Reabilitação, a comunidade da Colônia Antônio Aleixo vai receber uma ambulância, um Serviço de Proteção de Atendimento (SPA), que está em construção, e apartamentos construídos nos antigos pavilhões de moradia (são 12 pavilhões no total e cada um receberá entre oito e dez apartamentos). “A pensão a qual têm direito os ex-hansenianos passou a ser vinculada ao salário mínimo, elevando para R$ 415, o valor básico”, disse o governador.
Fonte: SUSAM
Fonte: SUSAM
MAIS TRÊS ANDARES DA FCECON COMEÇAM A FUNCIONAR
Mais de dois anos depois da inauguração do prédio da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCECON), no bairro Dom Pedro, zona Centro-Oeste de Manaus, quatro dos nove andares desativados começam a funcionar, nesta segunda-feira (29), segundo afirmou o diretor da FCECON, João Batista Baldino. As dez crianças que estavam internadas em tratamento contra o câncer e dividiam o sétimo andar do prédio com adultos, também em tratamento, foram transferidas para o nono andar, onde passou a funcionar a pediatria da fundação, e que agora conta com mais outros três andares, de acordo com Baldino.Ele afirmou que o quarto, quinto e oitavo andares do prédio, que foi inaugurado em junho de 2006, onde devem funcionar duas enfermarias femininas e uma masculina, continuam desativados por falta de funcionários. “A SUSAM (Secretaria de Estado de Saúde) está em processo de contratação de cerca de 120 pessoas, que devem trabalhar na FCECON. Com esses funcionários, será possível abrir outros andares”, disse. De acordo com ele, a abertura do oitavo andar do prédio, onde deve funcionar uma das enfermarias femininas, está prevista para outubro deste ano.
Atualmente, a FCECON possui 163 leitos, mas nem todos estão ocupados, segundo o diretor da fundação. Baldino não soube informar quantas crianças, homens e mulheres são atendidos, semanalmente, na FCECON.
Fonte: Diário do Amazonas
Atualmente, a FCECON possui 163 leitos, mas nem todos estão ocupados, segundo o diretor da fundação. Baldino não soube informar quantas crianças, homens e mulheres são atendidos, semanalmente, na FCECON.
Fonte: Diário do Amazonas
CAMPANHA DE ESTIMULA DOAÇÃO DE LEITE HUMANO
Desde 2003, o Ministério da Saúde promove no dia 1º de outubro o Dia Nacional de Doação de Leite Humano que visa mobilizar a sociedade para aumentar a doação do leite materno.
Segundo a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, de janeiro a dezembro de 2007 foram doados 123.374 litros de leite no país, 13,6% a menos do que no mesmo período de 2006. O número de doadoras também caiu, de 110.231, em 2006, para 92.898 no ano seguinte, retração de 15,7%.
"Quando o leite é doado de mãe para filho (em casos de recém-nascidos prematuros), os vínculos entre eles são fortalecidos e o leite tem a condição nutricional adequada para o bebê", explica Maria Aparecida Mezzacappa, neonatologista e professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
Fonte: Folha Online
Segundo a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, de janeiro a dezembro de 2007 foram doados 123.374 litros de leite no país, 13,6% a menos do que no mesmo período de 2006. O número de doadoras também caiu, de 110.231, em 2006, para 92.898 no ano seguinte, retração de 15,7%.
"Quando o leite é doado de mãe para filho (em casos de recém-nascidos prematuros), os vínculos entre eles são fortalecidos e o leite tem a condição nutricional adequada para o bebê", explica Maria Aparecida Mezzacappa, neonatologista e professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
Fonte: Folha Online
PRIMEIRAS CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS BRASILEIRAS SÃO DESENVOLVIDAS PELA USP
É o primeiro resultado prático obtido no país desde a legalização das pesquisas com embriões humanos, pela Lei de Biossegurança, em 2005. Questionada na Justiça, a lei foi reconfirmada em maio deste ano pelo Supremo Tribunal Federal.
Para obter a linhagem estável, cientistas do Instituto de Biociências da Universidade usaram 35 embriões que estavam congelados em clínicas de fertilização in vitro, e foram doados pelos genitores.
A pesquisa da USP começou em 2006 e conseguiu a primeira linhagem células-tronco embrionárias há cerca de três meses. Somente agora, contudo, Lygia da Veiga Pereira, líder do grupo de pesquisa, diz poder afirmar que as células produzidas são realmente células-tronco embrionárias. "Observamos características mínimas que nos dão a certeza de que as células produzidas são células-tronco embrionárias. Elas são pluripotentes, ou seja, têm capacidade de se tornar diferentes tipos de células. Já conseguimos que elas virem células musculares e neurônios", explica.Segundo a pesquisadora, as células-tronco embrionárias foram testadas em animais e o efeito foi muito positivo, superior ao resultado obtido com células-tronco adultas. "A melhora em testes para Parkinson e lesões da medula, por exemplo, é muito boa. Mas ainda precisamos de mais resultados para fazermos testes clínicos em humanos. O modelo animal ainda deve se manter forte aqui no Brasil", salienta.
"Estamos dez anos atrasados em relação ao mundo. Em 1998, surgiu a primeira linhagem de células-tronco embrionárias nos Estados Unidos. Mas isso não quer dizer que temos que evoluir dez anos. Já usamos as metodologias mais modernas", pontua a pesquisadora.
Fonte: Folha Online
Para obter a linhagem estável, cientistas do Instituto de Biociências da Universidade usaram 35 embriões que estavam congelados em clínicas de fertilização in vitro, e foram doados pelos genitores.
A pesquisa da USP começou em 2006 e conseguiu a primeira linhagem células-tronco embrionárias há cerca de três meses. Somente agora, contudo, Lygia da Veiga Pereira, líder do grupo de pesquisa, diz poder afirmar que as células produzidas são realmente células-tronco embrionárias. "Observamos características mínimas que nos dão a certeza de que as células produzidas são células-tronco embrionárias. Elas são pluripotentes, ou seja, têm capacidade de se tornar diferentes tipos de células. Já conseguimos que elas virem células musculares e neurônios", explica.Segundo a pesquisadora, as células-tronco embrionárias foram testadas em animais e o efeito foi muito positivo, superior ao resultado obtido com células-tronco adultas. "A melhora em testes para Parkinson e lesões da medula, por exemplo, é muito boa. Mas ainda precisamos de mais resultados para fazermos testes clínicos em humanos. O modelo animal ainda deve se manter forte aqui no Brasil", salienta.
"Estamos dez anos atrasados em relação ao mundo. Em 1998, surgiu a primeira linhagem de células-tronco embrionárias nos Estados Unidos. Mas isso não quer dizer que temos que evoluir dez anos. Já usamos as metodologias mais modernas", pontua a pesquisadora.
Fonte: Folha Online
SANTA CASA DE BELÉM: MÉDICOS E GOVERNO SE REÚNEM PARA DISCUTIR REIVINDICAÇÕES
Representantes dos médicos da Santa Casa de Belém e do governo do Pará se reúnem nesta terça-feira (30), para tentarem chegar a um acordo quanto às reivindicações da categoria, que promoveu uma paralisação de 25 de agosto até quatro de setembro. Entre as reivindicações dos médicos estão a equiparação salarial com o piso nacional da FENAM, que é R$ 7.503,18, adicional de insalubridade e risco de vida, e melhorias das condições de trabalho.
O diretor de Imprensa do Sindicato dos Médicos do Pará (SINDMEPA), Luiz Antonio Sena, acredita que a reunião desta terça-feira será conclusiva em relação ao acordo na Santa Casa e ao ingresso do sindicato em mesa de negociação com o governo do Estado. "Isso será muito importante na discussão mais ampla da condição do médico nos diversos serviços, incluindo a atenção básica, que prescinde de uma transferência de recursos para os municípios e que desde 1999 nunca foi realizada", acentuou o dirigente.
Fonte: Imprensa FENAM
O diretor de Imprensa do Sindicato dos Médicos do Pará (SINDMEPA), Luiz Antonio Sena, acredita que a reunião desta terça-feira será conclusiva em relação ao acordo na Santa Casa e ao ingresso do sindicato em mesa de negociação com o governo do Estado. "Isso será muito importante na discussão mais ampla da condição do médico nos diversos serviços, incluindo a atenção básica, que prescinde de uma transferência de recursos para os municípios e que desde 1999 nunca foi realizada", acentuou o dirigente.
Fonte: Imprensa FENAM
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